Quantos nerds passaram por aqui?

domingo, maio 15, 2011

Guerreiras Mágicas de Rayearth


               Lucy, Marine e Anne um belo dia passeiam na torre de Tóquio junto com suas escolas que estão fazendo uma excursão.  Sem se conhecerem, as três escutam uma voz dizendo “minhas guerreiras mágicas, salvem Zephir” e vêem um clarão. De repente as três estão caindo do nada em uma altura gigantesca, até que um peixe voador as salva. Confuso não? É o que elas também acham. Quando o peixe as deixam em terra firme, elas notam que não estão mais em Tóquio e além do peixe há coisas fora do normal no lugar onde estão.
               
                Depois de se apresentarem e conversarem um pouco, aparece o Mago Cléf. E ele finalmente explica o que está acontecendo. As três foram invocadas para outro mundo (meio óbvio :P) pela princesa Esmeralda que é o pilar de Zephir. Zephir funciona assim: se as pessoas têm pensamentos bons, coisas boas acontecem, mas se elas têm medo ou pensamentos ruins, monstros e outras coisas não legais surgem. O pilar serve para preservar Zephir, com orações e pensamentos positivos. O problema é que Esmeralda foi sequestrada por seu antigo sacerdote e com isso não pode orar pelo mundo. O que faz os habitantes terem medo e aparecerem mais monstros. O sequestro também faz com que Zephir vá se desfazendo fisicamente aos poucos.


          Concluindo: as Guerreiras Mágicas foram invocadas para salvar a princesa e consequentemente salvar Zephir :P Porém elas não vão simplesmente chegar em Zagard  (o sacerdote) e bater nele até ele liberar a princesa. Elas têm que desenvolver a magia que existe nelas e conseguir outras coisas (se eu falar é spoiler) até conseguirem ser fortes o suficiente para enfrentar o (lindo) vilão.

                Eu lembro que assistia Guerreiras Mágicas no SBT quando eu era beeeeeem pequena. Por algum motivo eu gostava mais delas do que Sailor Moon. Ficando maior, comprei o mangá que foi lançado pela JBC em 2001 e é graças a ele que eu lembro da história certinha =)
                Já o anime, eu voltei a assistir ano passado, mas não fui muito longe. A história é basicamente a mesma, só que com várias outras coisas que servem para esticar o enredo o máximo que der. Um capítulo do mangá que daria uns cinco minutos animado é prolongado até dar um episódio inteiro. Alguns personagens são inventados somente para o anime para ter mais enredo. Isso para mim é altamente chato, já que eu quero ver a história se desenrolar logo.
 

                No Japão o mangá e o anime foram lançados em 1994, tendo o mangá 6 volumes (aqui no Brasil ficaram 12) e o anime tendo 29 episódios.  Como no Brasil o anime veio antes do mangá, ocorreu uma coisa que geralmente não acontece (que eu lembre só tem com Rayearth) que é a troca de nome dos personagens. Lucy, Marine e Anne na verdade são Hikaru, Umi e Fuu.

Tanto o anime quanto o mangá são separados em duas fases. Eu particularmente achei a primeira muito melhor que a segunda. Como em Sakura Card Captors, a segunda fase parece que é feita apenas para vender por mais tempo a marca (parece) e por isso cai um pouco. Para conhecer toda a história eu recomendaria o mangá e alguns episódios perdidos do anime, só para ver os personagens se mexendo mesmo xD

Cami =D

sábado, maio 07, 2011

Karekano - Kareshi Kanojo no Jijō

           Toda vez que eu via uma reportagem, naquelas revistas de anime que vendiam antigamente, sobre Karekano eu meio que torcia o nariz. Achava que era um romance meloso cheios de frufru. Até que um dia nas férias (férias com internet discada xD) deixei o primeiro episódio baixando, assisti no outro dia e... adorei!
                Yukino Miyazawa é uma estudante que se destaca em tudo que faz. É a melhor aluna, melhor esportista, mais inteligente, mais bonita. Por essas qualidades todos gostam dela. Mas por trás desta boa moça, Yukino na verdade é egocêntrica e tem como objetivo ser sempre o centro das atenções. Esse objetivo não é alcançado em sua nova escola graças a Arima Soichiro que é outro aluno bastante exemplar e ganha destaque no primeiro dia de aula.
                Enquanto Yukino planeja “vingança” para ter seu posto de melhor de volta, Arima se declara apaixonado por ela. Depois de uns episódios, umas pequenas brigas, algumas descobertas, os dois começam a namorar.

                Quando o romance tem início, os dois decidem pegar mais leve nos estudos e começaram a parar de tentar ser perfeitos. É nesse tempo que Yukino percebe que apesar de todos gostarem dela, ela não tem nenhum amigo de verdade.
                A questão dos amigos vai mudando com o andar da série. Novos personagens aparecem e deixam a história mais engraçada. Asaba, um amigo de antigo de Arima acha todas as mulheres do mundo lindas. Maho no começo tem inveja de Yukino porque antigamente era ela a melhor aluna. Tsubasa é uma amiga de infância de Arima, é apaixonada por ele e tem uns probleminhas com a nova namorada do pai. Tem também a família Miyazawa que é composta pela mãe, mais duas irmãs de Yukino um cachorro, Peropero, e um pai que é super ciumento com suas três meninas xD.

                Como o anime só tem 26 episódios, termina sem um final definido. O mangá vai bem mais além, e a meu ver é dividido em pelo menos duas partes. A primeira, que é a que passa no anime, é grande parte comédia. Eu que mesmo achando cenas engraçadas sou difícil para rir, tive gargalhadas com alguns episódios de Karekano =D. A segunda parte é mais tensa e sombria. Vemos no anime que Arima também sendo um menino exemplar, ele se esconde por trás de uma máscara não ficando claro o motivo. O mangá mostra essa parte e mostra o passado obscuro de Arima.

                Apesar de gostar da série, ela foi a minha favorita até a chegada de Honey and Clover, o final do mangá ficou meio tronxinho. Sem querer dar spoiler, mas dando uma pitada, todo mundo que chega ao final da série se dá muito bem, muito bem mesmo. Não tem o fulano que é apenas um dono de loja, por exemplo. O fulano é o MELHOR dono de lojas existentes no país. Sicrano não é só um cantor, ele é o cantor de maior sucesso e melhor de todo o Japão.  Sem contar que criança de dois, três anos já tem maturidade suficiente para dizer “mamãe, vá trabalhar, minha irmã toma conta de mim” ¬¬. Pelo amor de Deus! Que criança dessa idade diz isso?
 
                O mangá foi lançado no Brasil em 2006 pela Panini com o título Kare Kano – As razões dele, os motivos dela. Antigamente o subtítulo adotado aqui no Brasil pelos fãs era “Coisas de namorados”. No Japão ele começou em 1996 e foi até 2005 totalizando 21 volumes. O anime saiu na TV Tokyo em outubro de 1998 até março de 1999. No Brasil, que eu saiba, o anime não foi transmitido na TV.


sexta-feira, abril 29, 2011

Gantz

"O menino morre e vai uma sala onde tem uma esfera preta que dá missões para ele e outros que estão juntos. A missão corresponde a matar uns alienígenas. Apesar de estar morto, se o menino morrer durante e missão, ele morre de verdade, se ele conseguir sobreviver, ele vai juntando pontos até conseguir sair.”

Foi com essa premissa e o entusiasmo de dois amigos que me fizeram começar a assistir Gantz. O anime começa nos mostrando Kei Kurono e um pouco da sua vida. Egoísta e completamente obcecado por sexo acompanhamos ele depois de um dia de aula chegar à estação de trem para voltar para casa. Após ser completamente rude com uma senhora de idade, Kurono avista um amigo de infância que também espera pelo trem e neste momento aparece um mendigo pedindo dinheiro e "incomodando" as pessoas que também estavam por lá. Estando bêbado, o mendigo cai nos trilhos enquanto todos olham sem fazer nada, com exceção do amigo de infância de Kurono, Masaru Katou. Katou imediatamente se joga nos trilhos para ajudar o mendigo e impossibilitado de fazê-lo sozinho, começa a pedir ajuda até reconhecer Kurono, que nesse momento torcia para não ser reconhecido para não precisar ajudar o "bêbado". Sem opção, Kurono também desce aos trilhos com Katou ajuda o mendigo a sair. Porém o apito do trem chegando soa, e Katou e Kurono sem conseguir subir novamente à plataforma começam a correr na esperança que o trem parasse na estação, mas ele não parou.

Agora que começa o principal de Gantz, Katou e Kurono aparecem em uma sala que contém uma esfera preta relativamente grande e mais algumas pessoas, todas sem saber o que está acontecendo. Depois de umas discussões, brigas, tentativa de estupro (uma menina, Kishimoto Kei, apareceu na sala nua), munidos de armas e uma roupa estranha que só Kurono vestiu, o grupo é teletransportado para o meio da rua onde encontram o alvo da missão. Um ser pequeno e estranho que a esfera mandou matar.

A meu ver Gantz se resume a isso, a pessoa morre (ou quase, como é mostrado) vai para a sala onde a esfera fornece armas, roupa especial e uma missão que é matar os alienígenas. O quanto a pessoa mata, ganha uma pontuação, que ao completar 100 pontos há uns três tipos de prêmios para escolher um. Um deles é a liberdade, já que não existe a sua escolha de querer ir ou não para as missões. O problema que eu achei foi a demora dos acontecimentos, a repetição, a construção demorada de um personagem que no instante seguinte morre e nunca mais aparece e o excesso de violência, muito excesso de violência, Kishimoto mesmo tentam violentá-la quase todo episódio.

Um dos amigos que fizeram a propaganda para mim de Gantz disse que há toda um crescimento de personalidade de Kurono, que ele se torna mais maduro e uma pessoa melhor. Eu particularmente não tive paciência suficiente para ver essa mudança. Kurono é arrogante, chato e tarado. O anime é demorado, enrola episódios inteiros com coisas inúteis. E praticamente todo mundo que aparece é violento, egoísta, malvado, estuprador e sádico.



       O mangá é feito, ainda está sendo publicado, por Hiroya Oku, tem 26 episódios de anime (não consegui passar do 17º :P), foi exibido aqui no Brasil pela Animax, e o mangá é publicado pela Panini desde 2007. Teoricamente vai ter o filme em live-action que eu não vou assistir. 

sábado, abril 16, 2011

Kenshin, o Andarilho/ Rurouni Kenshin


 

Para dar uma alegria a mais ao blog e ao semestre, vim falar de um anime que é o maior responsável pelo meu amor incondicional por obras nipônicas. É o meu favorito de todos os tempos, o responsável por me gamar em músicas e personagens japoneses, e que até hoje é marcante para mim e muitas pessoas. Ah, um bom motivo para falar da obra é que ela completou (agora em janeiro de 2011) 15 anos de sua exibição de estreia! Bem nostálgico...
 
Mangá Original


Rurouni Kenshin - Meiji Kenkaku Romantan (ou: Kenshin, o andarilho - Crônicas de um Espadachim da Era Meiji), como vários animes de sucesso, começou como um mangá criado pelo jovem Nobuhiro Watsuki. A história era simplesmente a seguinte: No Japão do início da Era Meiji – que é marcada pela industrialização do país, fim do regime feudal, abertura dos portos para estrangeiros – o país ainda sofre algumas consequências das batalhas sangrentas anteriores à consolidação da nova Era, onde os samurais normalmente defendiam o governo feudal antigo. Nesse contexto, muitos espadashins se tornaram famosos pela habilidade em matar, dentre eles, Kenshin Himura, o protagonista da história. Chamado de “Battousai, o retalhador” ("Hitokiri Battousai) trabalhou para monarquistas que desejavam a industrialização e restauração das terras nas mãos do Imperador. Apesar da vitória, o jovem se arrependeu de sua alcunha. Ele possui uma aparência inofensiva: Estatura baixa, rosto muito jovem e pacífico, semblante calmo. Suas principais características físicas são os cabelos ruivos e a cicatriz em forma de cruz na face esquerda, uma herança de seu tempo como assassino.



Kenshin, Kaoru, Yahiko e Sano

Ao princípio da história (mais de dez anos após o Bakumatsu, ou seja, fim da transição de governos) Kenshin é um andarilho com cerca de vinte e oito anos, pacato, gentil, e que objetiva se purificar dos seus atos passados através da solidariedade para com as pessoas comuns. Ele prometeu nunca mais matar ninguém, e carrega na bainha uma espada com lâmina invertida (capaz de machucar um oponente, mas nunca retalhá-lo). Tudo começa quando Kenshin chega a Edo (Antiga Tóquio) e é confundido com um canastrão das redondezas pela jovem Kaoru Kamiya, Mestra do Dojo Kamiya. Segundo a moça, um homem se auto-intitulando “Battousai, o retalhador” estava denegrindo a imagem do Dojo de sua família. Após esclarecem o desentendimento, Kaoru convida Kenshin a morar em sua casa e auxiliá-la no Dojo. Com apenas dezessete anos, a garota orfã e mestre no estilo da família considera a espada de bambu uma arma para proteção das pessoas. A partir daí, muitas coisas acontecem: Um menino chamado Yahiko passa a morar com eles e a ser treinado por Kaoru; eles conhecem Sanozuke Sagara, um jovem que viveu as revoluções do Bakumatsu lutando em um séquito de camponeses, mas que acaba se tornando amigo de Kenshin; e por fim, Megumi Takani, uma linda médica oriunda de uma família de nobres médicos que morreram há anos.



 O grupo é o ponto de partida para as sagas que se desenrolam, normalmente em torno das personagens e do dilema de Kenshin: Sua promessa em nunca mais matar é testada por seus inimigos e lutadores poderosos do passado, que ainda não aceitaram o governo Meiji. Ele desenvolve laços fortes por Kaoru, e esta acaba sendo usada pelos oponentes para que Kenshin tenha de decidir entre a vida da amada e sua promessa. Após alguns vilões pequenos (Saga de Tóquio), existem duas grandes sagas (no mangá). A primeira, Saga de Kyoto, refere-se a Shishio, assassino conhecido da Revolução Meiji o qual formou um exército de grandes lutadores e samurais que objetiva dominar o Japão, tornando-o seu próprio Império e dissolvendo a Revolução Industrial. O grande empecilho para ele seria Kenshin e outros de seus companheiros. As lutas com risco de morte despertam em Kenshin seu antigo eu, que é o de espadachim frio, impiedoso e sedento por sangue, tudo o que ele se esforçou por anos para abandonar.

Kenshin e Tomoe
 
 O outro grande vilão (existente só nos quadrinhos) é Enishi Yukishiro. Sua história é entrelaçada ao passado que Kenshin tenta esconder: Na época em que Kenshin era um matador temido, a bela Tomoe Yukishiro entrou na vida do jovem com a intenção de espioná-lo para uma facção inimiga, e também para se vingar por ele ter assassinado seu querido amigo de infância e noivo. Eles se casam e ela acaba conhecendo Kenshin de maneira a perceber que ele na verdade é um garoto inocente e bondoso, e ambos passam a se amar profundamente. No entanto, Kenshin a mata por acidente quando esta tenta lhe defender de um golpe. A morte traumatizante da esposa é o grande motivo pelo qual Kenshin se torna um andarilho pacífico. O irmão mais novo de Tomoe, Enishi, sente ódio profundo por Kenshin, e após anos de treinamento na China, retorna com o propósito de matar o espadachim, mas antes, fazê-lo sentir na pele seu sofrimento, que é a perda da pessoa que mais ama na vida. Assim se dá a “Saga da Vingança”, na qual Enishi sequestra Kaoru e faz com que todos pensem que ela faleceu. 


Saga da Vingança: Kenshin, Tomoe e Enishi


O anime e o mangá possuem diferenças imensas após a saga de Shishio: Enquanto o anime tem histórias no mínimo esquisitas, com cristão querendo dominar o Japão e jardim do Éden (?), o mangá fecha com chave de ouro com a “Saga da Vingança”, onde explica todo o passado de Kenshin e conclui a história e destinos de personagens. Então, para mim, vale a pena acompanhar o anime até os episódios de Shishio, depois só serve o mangá. Além do anime, existe um filme (história paralela) e alguns OVAS (episódios lançados diretamente na locadora) que narram o passado de Kenshin (desde o nascimento até a morte de Tomoe) e a saga da Vingança mesclada a um futuro alternativo de Kenshin.




Kaoru: Representante Feminina de fibra!


Retalhador

Um dos pontos positivos e que eu mais presto atenção é a trilha sonora: Eu sou viciada nas musiquinhas até hoje (sim, eu canto em japonês!), e Samurai X tem uma trilha massa, com nomes pops famosos, e canções muito bonitas. As personagens, como é digno de uma grande história, são apaixonantes: Kenshin é um protagonista sublime, primeiro porque já é um adulto (não um adolescentezinho), depois porque possui uma filosofia de vida bacana, e é uma pessoa gentil, madura e ao mesmo tempo extremamente habilidosa, um verdadeiro herói cheio de amarguras, mas com forte senso de solidariedade. Kaoru é minha personagem feminina favorita das ficções: É a mocinha apaixonada e sensível que derrama lágrimas facilmente, porém, tem uma personalidade muito, muito forte, administrando um Dojo e uma casa sozinha. A relação dela com Kenshin é engraçadíssima: Ele faz todos os trabalhos caseiros para ela com o maior prazer, seja lavar, limpar o chão ou cozinhar. Já a moça é uma péssima cozinheira e dona de casa, e morre de ciúmes dele. Apesar de tudo, eles se amam e o romance dos dois rende belas cenas, sendo Kaoru responsável por trazer a felicidade e o amor de volta à Kenshin. Temos ainda várias personagens secundárias que poderiam ter uma história só sua, como Aoshi, Misao, Saitou, Soujirou, e os próprios vilões, cheios de problemas, crises de consciência, com os quais conseguimos inferir uma personalidade real, e não meramente uma mente psicopata e perturbada. Cada personagem tem sua história, seu passado, seus estímulos. O legal também é como alternam a comédia com momentos completamente dramáticos. São tão queridos que fica difícil falar de apenas um.


Kenshin & Kaoru 
Kenshin & Kaoru [2]


 Pois é... Conheci o anime em 1999, quando passava na TV Globinho (nada a ver), e depois o acompanhei a partir de 2001, no Cartoon. No Brasil fez muito sucesso e tem fãs até hoje, mas seu histórico de exibição foi bem conturbado, com cortes absurdos, erros de dublagem, entre outras coisas (mas eu adorei as vozes escolhidas, rsrs). Vale também dizer que muitas das personagens e situações, como o próprio personagem principal, foram inspirados em figuras reais da História do Japão. Massa, não, é? É importante ressaltar que apesar do nome ocidental da obra ser "Samurai X", Kenshin não era um samurai.
 
Soujirou Seta


Espero que tenham gostado do post e até a próxima atualização!
(Bruh)