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terça-feira, junho 19, 2012

Top 5 - Amores platônicos

Depois de quase um ano, tempos a segunda lista sobre personagens de animes xD O top de hoje (diminuiu de 10 para 5) tem casais em que um tem um amor platônico pelo outro (então teoricamente não são casais :p), então ai vai:

5º Lugar: Misao e Aoshi (Ruroni Kenshin/Samurai X)



Misao é uma adolescente ninja da Oniwabanshu, ela aparece na saga de Kyoto onde conhece Kenshin, e o fica perseguindo porque teoricamente ele sabe onde o seu amor, senhor Aoshi, está. Aoshi e Misao têm as personalidades completamente diferentes, enquanto ele é super sério, ela é totalmente histérica :p No final do mangá os dois não ficam explicitamente juntos, mas dá a ideia que um relacionamento futuro possa acontecer. 


4º Lugar: Tsubasa e Arima (Karekano)




Tsubasa estudou com Arima quando eles eram menores, mas por motivo de um acidente é afastada do colégio. Quando volta se depara com seu amado namorando Yukino, e com isso começa a implicar constantemente com sua “rival”. Arima quando descobre, a repreende por suas ações fazendo Tsubasa ficar totalmente irritada. Porém depois de um tempo Tsubasa vira uma das melhores amigas de Yukino, desencana de Arima e até arruma um novo amor.


3º Lugar: Kagura e Kyo (Fruits Basket)




Kagura é outra prima que é apaixonada por Kyo.  É totalmente possessiva e demonstra seu amor meio que violentamente, causando medo no garoto toda vez que ela lhe faz uma visita xD Como o anime termina muito antes do desfecho do mangá, o final fica em aberto na relação dos dois.


2º Lugar: Meilin e Shoran (Sakura Card Captors





Li Meilin é a prima de Li Shoran (no mangá é escrito assim :p) e é prometida a ele, são noivos no caso. É completamente apaixonada e ciumenta, tanto que ela se desloca da China até o Japão para ficar perto do amado. Ela é grudenta e histérica o que fez (na época que vi, hoje provavelmente seria diferente) ser a minha personagem favorita do anime :) Porém, como esse tópico retrata, é amor platônico, então Meiling desencana, depois de chorar muito, do primo quando percebe que o coração dele pertence mesmo é a Sakura.  




1º Lugar: Takemoto e Hagu (Honey and Clover)




Primeiro garoto a sofrer de amor aqui na lista! A primeira vez que Takemoto viu Hagu foi o suficiente para ele se apaixonar por ela. Porém nem tudo são flores, Hagu não percebe (e acho que se percebesse não ia mudar muita coisa não :P) o amor de Takemoto e dedica a sua vida para seu trabalhos com artes. Na realidade esse anime é cheio de amores platônicos. É ótimo assistir com dor de cotovelo hahahahha.

sábado, abril 02, 2011

Sakura Card Captors

Assisti pela primeira vez Sakura Card Captors quando passou na Rede Globo. Depois disso, comprei todos os mangás lançados pela JBC (hoje o 1º vale uma “fortuna” xD). O mangá foi feito pelo grupo CLAMP com 12 volumes lançados de 1996 a 2000, e o anime contou com 70 episódios.
A história começa com a heroína Sakura, que um dia sozinha em casa, escuta um som estranho vindo do porão e vai verificar (loouca, eu não iria). Ao chegar ao porão vê que o som vem de um livro e ao abrir liberta cartas mágicas, as cartas Clow, e um guardião sonolento, Kero.


 O anime, e o mangá, se desenvolve a partir daí. Sakura, com a ajuda de Kero, tem que caçar secretamente todas as cartas de volta para o livro, para impedi-las de fazer “travessuras”. Na tentativa do anonimato acaba sendo descoberta por sua melhor amiga Tomoyo e logo depois surge um concorrente, Shaoran Li (espero ter escrito o nome dele certo) que é da família do mago Clow, o criador das cartas, que também tenta capturá-las.
Há vários outros personagens, como o pai, Fujitaka e o irmão, Toya; a paixão de Sakura, o Yukito. Cada um tem no decorrer uma importância significativa na trama.


 
Sakura Card Captors é dividido em duas partes, na primeira há a caça as cartas. Na segunda a tarefa é outra e com ela novos personagens importantes aparecem. Eu particularmente não gostei muito da segunda fase. Sabe aquela impressão que quando um mangá faz sucesso os autores prolongam mais coisas pra render mais? Não sei se foi o que aconteceu a esse mangá, porém a primeira fase é muito mais divertida.
Uns pontos peculiares existem em SCC, a homossexualidade é bastante comum no desenho, e o amor entre alunos e professores também. Há um sentimento muito maior que amizade sentida por Tomoyo pela Sakura. Há também o mesmo histórico com a mãe das duas (a mãe de Tomoyo tinha um grande amor pela mãe de Sakura). Shaoran tem uma queda por Yukito, e a amizade do segundo com Toya parece caminhar para o lado colorido.  Não que eu seja contra relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo, mas o que eu acho muito estranho um professor de uns vinte e poucos anos namorar uma menina de dez. Como acontece com o professor de Sakura e uma de suas amigas, Rika, que por mais que ela seja “madura” ela ainda é uma criança de dez anos. Outro relacionamento assim tem com Toya e uma professora. Eu não sei a idade certa dele, mas dá a idéia de ser uns 16, e o relacionamento deles foi no passado...


Peculiaridades a parte, Sakura Card Captor é um bom anime para se assistir, e um bom mangá para ler. Não tem crises profundas de existencialismo, nem nada que faça você ficar refletindo horas. É diversão e ponto. O anime é muito mais esticado que o mangá, tendo cartas e personagens extras. E eu recomendo o download dos episódios dublados em português (apesar que o japonês não é ruim), mas nada supera o “Ai, Ai, Ai, Yukito!” da voz estridente de Sakura.



Por Cami